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Publicado em:
27
10/2017

Como distinguir cosméticos naturais e cosméticos orgânicos

Segmento em amplo crescimento se preocupa não só em minimizar a agressão ao meio ambiente, mas também com a saúde de seus consumidores.

Assim como os alimentos naturais e orgânicos, que têm ganhado importância na luta por uma alimentação saudável livre de agrotóxicos e transgênicos, os cosméticos que seguem essa linha conquistam mais consumidores a cada dia.

Os cosméticos naturais precisam ter pelo menos 95% de ingredientes de origem natural e no máximo 5% de componentes artificiais. Como ainda não há uma referência brasileira no assunto, é nas exigências internacionais que as marcas se baseiam para lançar produtos por aqui.

No rótulo não deve conter corantes, fragrâncias ou conservantes sintéticos, como amônia e formaldeído (os mais comuns). Também não usam nada que venha do petróleo, como os parabenos, ou de silicones. No lugar dessas substâncias, entram ativos minerais (caso da argila), vegetais, óleos e extratos de ervas e flores – como alecrim e verbena.

Os cosméticos orgânicos carregam as mesmas regras dos cosméticos naturais, incluindo a lista dos ativos proibidos, mas para serem considerados orgânicos os produtos precisam ter ainda 20% de ativos dessa origem, ou seja, as matérias-primas presentes na composição devem ser isentas de agrotóxicos em seu cultivo.

Para descobrir a procedência do produto, a presença de um selo certificador na embalagem deve trazer a sigla da Ecocert, da Cosmos ou do Instituto Brasileiro de Biodinâmica (IBD) – este último, o principal certificador de orgânicos da América Latina. Extratos de frutas como acerola, açaí e jabuticaba costumam fazer parte dessas formulações.

Fonte: Primeira Página