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Supermercado da Tailândia troca plástico por embalagem feita de folhas de bananeira

Supermercado da Tailândia troca plástico por embalagem feita de folhas de bananeira

O material é resistente, abundante e 100% orgânico. A ideia não é uma novidade na cultura das nações asiáticas.

 

Mas vêm sendo resgatada por mercearias e supermercados na tentativa de fazer a diferença por um mundo mais sustentável.

O supermercado Rimping Supermarket, em Chiangmai, na Tailândia, está substituindo embalagens de plástico que protegem frutas e legumes por um outro material bastante resistente, abundante e 100% orgânico encontrado no mundo todo: a folha de bananeira.

A ideia de embrulhar alimentos com folhas de bananeira definitivamente não é uma novidade na cultura culinária das nações asiáticas, mas vêm sendo resgatada por mercearias e supermercados na tentativa de fazer a diferença e entrar na batalha por um mundo mais sustentável – e com menos plástico.

Nações como Índia, China, Tailândia, Malásia e Vietnã utilizam as folhas de bananeira para preparar cereais, como o arroz, há séculos. Além disso, utilizam a folha para embrulhar e conservar alimentos desde a Idade Média.

No Brasil, o material foi muito utilizado pela cultura nativa em séculos passados e algumas tribos indígenas e caiçaras ainda fazem uso hoje.

De todo modo, o Rimping Supermarket foi bastante inteligente em escolher especificamente as folhas de bananeira, pois elas são mais grossas, largas e flexíveis – podem ser enroladas e dobradas com facilidade, sem se romper, e ainda suportam variadas temperaturas, inclusive as mais baixas, ideal para os compartimentos de produtos refrigerados.

As folhas de bananeira utilizadas como embalagens são orgânicas, fortes e ainda levam um laço de fibra natural para lacrar o alimento. Os benefícios na substituição das embalagens plásticas pelas orgânicas são vários, a começar pela decomposição do material, que leva algumas semanas para se quebrar completamente, em detrimento do plástico, que leva séculos. Mais: não causa poluição dos ecossistemas e previne a morte de milhares de animais asfixiados pela ingestão do componente artificial.

 

Fonte: Primeira Página com informações do site Razões para Acreditar.

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