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Emater-DF debate melhoramento genético de milho orgânico

Pesquisadores abordaram com agricultores de Sobradinho alguns métodos de seleção da planta, do espigão, do grão e do preparo da terra.

 

Técnicos da Emater-DF se reuniram com um grupo de agricultores dos assentamentos Estrela da Lua, da região do PAD-DF, e da Chapadinha, do Núcleo Rural de Sobradinho, para falar sobre técnicas de melhoramento genético de semente do milho.

Os produtores, que trabalham com produção de alimentos orgânicos, tiraram diversas dúvidas com o pesquisador Altair Toledo Machado, da Embrapa. Ele abordou, por exemplo, os métodos de seleção da planta, do espigão, do grão e preparo da terra.

“Com o melhoramento genético é possível obter maior produtividade, vigor e resistência a pragas”, ressaltou.

O melhoramento genético permite ao agricultor montar um banco de sementes – um dos insumos mais caros da produção de milho. Ele ainda pode economizar com agroquímicos, já que as plantas selecionadas são menos propensas a doenças.

Atualmente, muitos produtores cultivam o milho crioulo, menos produtivo. No entanto, Machado explica que é possível fazer o melhoramento genético ano a ano e melhorar o plantio. “Fazer essa seleção corresponde a aumentar a adaptação e a produtividade”, declarou.

O milho é cultivado em quase todas as regiões do país por ser uma cultura muito diversificada – seja para a exportação ou para a agricultura familiar – e está presente em todas as cadeias produtivas animais.

 

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Fonte: Primeira Página com informações do site Agência Brasília.

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